Já em fase final de ensaios para a festa da cultura, o grupo União Recreativo Kilamba esteve à conversa com o SAPO onde revelou pormenores que prometem marcar a sua actuação na grande Marginal de Luanda.

“Em toda e qualquer competição a pessoa prepara-se para conquistar o primeiro lugar, e nós, União Recreativo Kilamba, estamos a trabalhar para que possamos defender condignamente o nosso título”, afirmou Poly Rocha, Comandante do Grupo.

Para este ano, o grupo que dança o Semba e reconhece neste estilo a liberdade, prefere não fugir à regra e prepara um desfile em torno do tema “Romper das Correntes”. “A nossa canção retrata o Semba, os nossos ancestrais e tudo aquilo que realmente nos faz feliz“, acrescentou o responsável.

Quando questionado sobre algumas dificuldades que tiveram de enfrentar durante este processo de preparação do desfile 2019, Poly mostrou que sabe lidar com essa situação.

“Dificuldades existem sempre e acho que são coisas que não devíamos estar a falar porque o importante diante das dificuldades é transformar todos os obstáculos em oportunidades para podermos vencer”, asseverou.

Sobre alegadas utilizações de rituais de feitiçaria, realidade à qual muitos grupos acabam por ser associados, Poly Rocha refere que desconhece e faz questão de tornar público o seu desinteresse em torno do tema, pois acredita que o mais importante é fazer cultura, dançar o Carnaval e mostrar que esta essência circula na veia dos munícipes do distrito do Rangel.

“Um povo sem cultura é um povo morto e como não somos pessoas mortas vamos continuar a fazer a nossa parte para carimbar o nosso nome na história de Angola”, concluiu.

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