Museu de História Militar vai albergar as áreas expositivas, com 27 tendas distribuídas ao longo do corredor, com espaços para moda, jóias, música, literatura, dentre outros serviços.

O evento será preenchido com actividades nas áreas de artes visuais (escultura, pintura, fotografia, desenho gravura, grafite e artes digitais), artes e performativas (música, dança, teatro, intervenções urbanas), artes aplicadas (moda e jóias), literatura (prosa e poesia) e audiovisual (curtas e médias, longas e médias metragens, documentários e ficção).

O director Nacional da Juventude, Kikas Machado, disse, nesta segunda-feira, à Angop, ser a segunda vez que o evento acontece em Angola, depois de 2011.

As  delegações serão compostas por 20 jovens dos nove países, sendo que o restante será completado pela delegação angolana.

A Bienal vai decorrer sob o lema “Juventude da CPLP unida pela cultura”, com ateliês e workshops sobre artes transformativas e visuais, incluindo a dança e grafite num espaço fora do local principal do evento.

O evento foi adoptado pela I Conferência de Ministros Responsáveis pela Juventude e pelo Desporto da CPLP realizada em Portugal, Cidade de Lisboa, em 1996, tendo a primeira Edição sido realizada em 1998, na cidade da Praia, República de Cabo Verde.

O certame visa contribuir para o reforço do processo de integração da juventude, aproximação, intercâmbio e debate entre as diferentes identidades culturais e artísticas, promover espaço de debate e de reflexão sobre o mosaico de criações artísticas e culturais dos jovens, a discussão e partilha de vivências nas diversas esferas da vida política, económica e social e a divulgação de políticas públicas para a juventude da CPLP e do mundo.

A CPLP é constituída por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e Guiné Equatorial.

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