O agente dos serviços secretos Mike Banning não dá por terminada a sua comissão de serviço no cinema após destruir conspirações terroristas na Casa Branca e em Londres, bem como as tentativas para incriminá-lo em atentados contra o homem mais poderoso do mundo.

Gerard Butler vai continuar a proteger presidentes dos EUA nos próximos anos, como aconteceu em "Assalto à Casa Branca", "Assalto a Londres" e "Assalto ao Poder".

A imprensa especializada americana avança que os produtores querem ir até aos seiss filmes na popular saga de ação, reconhecido nos EUA apenas por "Fallen", bem como ceder os direitos para que produtoras internacionais possam criar séries de TV a nível global inspiradas pelo mundo do filme.

O primeiro filme, "Assalto à Casa Branca", acompanhava um grupo de terroristas que invadia a residência do presidente (Aaron Eckhart) e o aprisionava. A única salvação vinha de um antigo agente dos Serviços Secretos involuntariamente preso no edifício.

As receitas de bilheteira foram de 170,2 milhões de dólares em todo o mundo , tornando-o um sucesso surpreendente na primavera de 2013.

Ficou ainda famoso por arrecadar mais do que outro título com a mesma ideia lançado alguns meses mais tarde, "Ataque ao Poder", com Channing Tatum e Jamie Foxx, em que Hollywood apostava muito mais e acabou por ser um "flop".

A sequela, que transferia essencialmente a mesma história para a capital inglesa, não teve tanto impacto nos EUA, mas foi um sucesso ainda maior a nível internacional: tudo somado, 205,7 milhões de dólares em 2016.

Lançado este ano, o terceiro filme, "Assalto ao Poder", em que Mike Banning passa a ser o perseguido, desiludiu tanto nos EUA como no resto do mundo: 133,3 milhões de dólares.

Apesar de ser o menos lucrativo da saga, ainda foi um sucesso comerical por causa do orçamento relativamente modesto de 40 milhões, que justifica agora a aposta em mais filmes.

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