Graças a alguns recordes de bilheteira, as receitas das bilheteiras nos EUA passaram os seis mil milhões de dólares no dia 26 de junho (5,1 mil milhões de euros).

O anúncio foi feito pela associação dos proprietários das salas de cinema na quarta-feira.

É a primeira vez que o valor é ultrapassado antes do final de junho e mesmo na história das bilheteiras nunca houve um ano que ficasse próximo dessa marca após os primeiros seis meses: o mais próximo foi 2017, que estava nos 5,64 mil milhões de dólares a 30 de junho.

Ao todo, mais de um terço das receitas nos EUA ficou para a Disney: teve 36.4% do mercado.

Os analistas esperam um abrandamento no segundo semestre, mas acreditam que vão ser batidos os 11,3 mil milhões de dólares de 2016, o recorde para um ano.

Até agora, as receitas estão 9% acima das que verificam no mesmo período em 2017.

Para isso contribuíram primeiro dois lançamentos do Natal que se mantiveram muito populares em janeiro: o musical "O Grande Showman" com Hugh Jackman e a comédia de ação "Jumanji: Bem-Vindos à Selva", com Dwayne Johnson, Kevin Hart, Karen Gillan e Jack Black.

Em fevereiro, foi a vez de "Black Panther", que além de ser o filme mais rentável alguma vez estreado antes do verã0 (700 milhões de dólares), se tornou um fenómeno cultural.

Já em março foi a vez de "Ready Player One: Jogador 1", de Steven Spielberg" e no mês seguinte "Um Lugar Silencioso", de e com John Krasinski e Emily Blunt, bem, como "Vingadores: Guerra do Infinito".

Em maio, os títulos mais importantes foram "Deadpool 2" e "Han Solo: Uma História de Star Wars", apesar deste último ser considerado um fracasso comercial por causa do que custou.

Já nas últimas duas semanas, "The Incredibles 2" estabeleceu um novo recorde para a estreia de um filme de animação, e "Mundo Jurássico: Reino Caído" foi a segunda melhor abertura de sempre para o estúdio Universal.

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