Após vários avanços e recuos, a Netflix prepara a sequela de "Bright".

O Deadline avança que a plataforma está a negociar com Louis Leterrier para ser o realizador da sequela do filme de 2017 que foi a sua primeira grande aposta nas produções de grande orçamento.

Conhecido por dois "Correio de Risco" com Jason Statham, "O Incrível Hulk" e "Mestres da Ilusão", além de ter feito os 10 episódios da série "The Dark Crystal: Age of Resistance" para a Netflix, o cineasta francês irá substituir David Ayer, que fez o primeiro filme e escreveu o argumento da sequela, mas agora está ocupado com outros projetos na Netflix e também prepara uma nova versão de "Doze Indomáveis Patifes".

A história de "Bright" andava à volta de dois polícias de Los Angeles, um humano (Will Smith) e um orc (Joel Edgerton), num mundo onde também convivem duendes e fadas, que embarcavam numa patrulha noturna de rotina que iria alterar o futuro do mundo tal como o conheciam.

A sequela, dizem várias fontes, sai de Los Angeles, apostando numa abordagem "internacional".

Lançado a 22 de dezembro de 2017, "Bright" terá sido visto por 60 milhões de lares nas primeiras quatro semanas, apesar de ter sido completamente arrasado pelos críticos.

Na altura, foi uma audiência recorde para a Netflix, entretanto eclipsada por outros filmes originais de grande orçamento com estrelas: "Tyler Rake: Operação de Resgate" com Chris Hemsworth (projeção de 90 milhões), "Spenser: Confidencial", com Mark Wahlberg (85 milhões), "6 Underground", de Michael Bay e com Ryan Reynolds (83 milhões), "Bird Box" com Sandra Bullock (80 milhões) e "Murder Mystery", com Adam Sandler e Jennifer Aniston (73 milhões).

Recorde o trailer "Bright".

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