"Era Uma Vez... em Hollywood", o novo filme de Quentin Tarantino arrecadou 40,4 milhões este fim de semana nos EUA, ficando em segundo lugar, atrás da versão foto realista de "O Rei Leão".

Não ajustando à inflação, o valor representa a melhor estreia da sua carreira, batendo os 38 milhões de "Sacanas Sem Lei" no verão de 2009.

Apesar das boas críticas e da rara oportunidade para ver Leonardo DiCaprio e Brad Pitt juntos no grande ecrã, o estúdio projetara 30 milhões para um filme original que não faz parte de uma saga ou se baseia em conteúdo reconhecido pelo grande público.

Com um orçamento de 90 milhões, o nono filme de Tarantino é um dos mais caros que fez e ainda tem uma longa caminhada pela frente após o bom arranque: o The Hollywood Reporter estimou que precisa de 375 milhões a nível mundial para o estúdio começar a ter lucro com o seu investimento (a estreia portuguesa será a 15 de agosto).

"Django Libertado" (2012), o maior sucesso do realizador, arrancou com 30 milhões e chegou aos 425 milhões.

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"O Rei Leão" manteve o primeiro lugar a entrar na segunda semana de exibição, com 75,5 milhões. Nos EUA, o total vai nos 350 milhões, tornando-o a quarta maior estreia do ano em apenas 30 dias, atrás de "Vingadores: Endgame", "Capitão Marvel" e "Toy Story 4", e ligeiramente à frente de "Aladdin", todos da Disney.

A nível mundial, a nova versão do clássico de animação está a escassa distância de ser o quarto filme a chegar aos mil milhões de dólares, juntando-se a "Endgame", "Homem-Aranha: Longe de Casa" e "Aladdin".

As receitas de bilheteira nos EUA continuam a perder 6,5% em relação ao mesmo período em 2018, mas este fim de semana permitiu recuperar 0,5%. Essa diferença deverá continuar a encolher com a estreia de "Velocidade Furiosa: Hobbs & Shaw" esta semana.

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