Talvez não seja caso para ter de esperar outros dez anos, mas notícias sobre um terceiro filme "Mamma Mia!" podem ser prematuras: duas versões desencontradas circularam nos últimos dias.

Numa entrevista ao jornal Daily Mail divulgada na sexta-feira (19), Judy Craymer, que criou a versão para os palcos e a seguir produziu a adaptação ao cinema de 2008 e a sequela de 2018, disse  que tinha intenções de começar a planear o terceiro filme, mas o plano caiu por terra porque não teve cabeça para pensar em nada durante a COVID-19.

"Acho que um dia vai haver outro filme, porque a intenção é ser um trilogia. Sei que a Universal [estúdio] gostaria que eu avançasse", explicou, deixando ainda no ar que entrariam quatro canções inéditas dos ABBA escritas por Benny Andersson e Bjorn Ulvaeus para um concerto virtual que planearam com Agnetha Faltskog e Anni-Frid Lyngstad.

O segundo filme, "Mamma Mia! Here We Go Again", foi um sucesso comercial, apesar de ter arrecadado aproximadamente menos um terço das receitas de bilheteira do que o original.

Ambos se centravam em Sophie (Amanda Seyfried) e a relação com a mãe Donna (Meryl Streep) e os seus potenciais pais (interpretados por Pierce Brosnan, Colin Firth e Stellan Skarsgård), ao som da música do grupo sueco.

O segundo filme tinha ainda uma segunda linha temporal, nos anos 1970, que acompanhava uma jovem Donna (Lily James) e os namorados (Jeremy Irvine, Hugh Skinner e Josh Dylan).

No domingo (21), surgiram declarações precisamente de Amanda Seyfried a lançar dúvidas sobre o terceiro filme.

"Cada pessoa neste filme diria sim sem hesitar porque queremos conviver uns com os outros. Foi sobre isso que falámos da última vez, como se alguma vez pensássemos que acabaríamos novamente numa ilha na Croácia [a fazer o segundo filme]?", partilhou ao Collider.

"Portanto, sim, gostaria que houvesse um 'Mamma Mia 3', mas vou dizer uma coisa - já disse antes e vou dizer outra vez e espero estar novamente enganada. Acho que não há músicas suficientes dos ABBA para fazer um terceiro filme. Porque teríamos que usar outra vez o "Super Trooper" e o "Mamma Mia" e fazê-lo de uma forma diferente", concluiu.

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