Disposto a brindar cada vez mais os angolanos, e não só, com produções que revelem histórias incomuns, o renomado realizador, autor, designer e guionista angolano, Ngouabi Silva ou simplesmente “Gabito Silva”, esteve à conversa com o SAPO.

Após ter lançado recentemente, com recurso às plataformas digitais, a curta-metragem “O Plano do Rei”, o profissional revelou a intenção de dar continuidade a este projecto, sobretudo pela sua rapidez e facilidade no que diz respeito à idealização e execução.

“O ‘Plano do Rei’ é uma história familiar, à semelhança das que são contadas pelos mais velhos à volta da fogueira, apenas alteramos um pouco o conceito. A lição maior a retirar-se desta curta-metragem é que as características pessoais muitas vezes são herdadas biologicamente e não devem constituir um problema”, começou por revelar o autor que promete lançar, com brevidade, outras curtas-metragens (independentes) baseadas em diversas histórias.

Ainda durante a conversa, Ngouabi, que contou que um dos seus grandes interesses é conquistar a crítica nacional e internacional e concorrer aos vários festivais pelo mundo, destacou sonhos e empecilhos:

“A nossa principal dificuldade são os apoios que continuam a ser escassos mas entendemos que os dias de hoje constituem um verdadeiro desafio a qualquer investidor, por isso tentamos forçá-los a mudarem de opinião apresentando trabalhos de qualidade. Contudo, aconteça o que acontecer, não desistirei da missão de levar a personalidade enérgica de Angola ao mundo inteiro”, perspectivou.

De recordar que Ngouabi Silva, que é também escritor e realizador do conhecido documentário “Chaduka”, estreou-se neste mercado em 2016 com um projecto da CPLP onde realizou o filme "O calvário de Joceline", uma adaptação de um romance do artista Lito Silva.

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