A diferença que alguns meses e várias nomeações aos Óscares por "O Herói de Hacksaw Ridge" podem fazer: de acordo com o Deadline, Mel Gibson  e o estúdio Warner Bros. estão em conversações exploratórias que o podem colocar na cadeira de realizador de "Esquadrão Suicida 2".

A informação dá conta que não se tratam de negociações formais, mas de uma abordagem e resultar em nada.

Pode sempre argumentar-se que as personagens de "Esquadrão Suicida"  são, na verdade, criminosos violentos, o que pode ser intrigante para quem fez "Braveheart" ou "Apocalypto", mas vale a pena recordar que, em setembro, Gibson revelava que não estava interessado "neste tipo de material" e manifestava um certo desprezo pelo género dos super-heróis e o dinheiro que se gastava nesses filmes.

"Olho para eles e coço a cabeça. Fico realmente confuso. Acho que existe muito desperdício, mas talvez se fizesse uma dessas coisas com ecrãs verdes ficasse a pensar de forma diferente. Não sei. Talvez custem tanto. Não sei. Parece-me que podiam ser feitos por menos. (...) Estão-se a gastar quantias ultrajantes. 180 milhões ou mais. Não sei como é que se recupera [o investimento] depois dos impostos e dar metade às salas de cinema", revelava numa longa entrevista precisamente ao Deadline.

Os superheróis a sério "não usam "lycra", acrescentava, e esta "deve custar muito dinheiro".

Entretanto, o que está mesmo confirmado é que Mel Gibson vai entrar no primeiro filme de um estúdio de Hollywood desde "Fora de Controlo" em 2010: vai ser o pai de Mark Wahlberg na sequela de "Pai Há Só Um!" (2015).

No novo filme, Mark Wahlberg e Will Ferrell, pai e padrasto, trabalham juntos para dar aos filhos o Natal perfeito, mas tudo descarrila quando chega os seus pais.

John Lithgow também está confirmado como o progenitor de Will Ferrell e a estreia é já em novembro.

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