Não foi na sala, cozinha, quarto ou escritório. E não havia uma única estante com livros à mostra: Bill Murray estava dentro da banheira de t-shirt e um gorro na cabeça quando foi entrevistado por Jimmy Kimmell.

A lenda da comédia e de filmes como "O Pelotão Chafrado", "Os Caça-Fantasmas", "Lost in Translation" e "Um Peixe Fora de Água", é conhecida pela excentricidade destes momentos e justificou a mais recente como um celebração: "Como não te vejo há algum tempo, pensei que um banho de espuma seria apropriado".

Enquanto tentava controlar a temperatura da água e as bolhas de espuma numa banheira algures em Charleston, no estado da Carolina do Sul, Bil Murray falou da atual situação que se vive por causa da COVID-19, nomeadamente do distanciamento social.

"A maioria dos jovens não usa máscara de todo. Não a usam. As únicas pessoas  que vejo são as que ainda não colocaram maquilhagem, esse tipo de pessoas. Mas gosto de ver. Acho que se pode argumentar que qualquer pessoa que não usa uma máscara é socialmente irresponsável, está a arriscar a sua vida e a dos outros. Mas talvez, o que é que isso interessa? Mas está a perder uma grande oportunidade de dizer 'Estou do lado da lei e ordem'", comentou.

Durante os mais de 12 minutos da entrevista falou-se de vários temas, incluindo as saudades do basebol (Murray é co-proprietário da equipa Charleston RiverDogs), a minissérie documental "The Last Dance" sobre Michael Jordan (disponível na Netflix e onde o ator, um grande fã dos Chicago Bulls, aparece em segundo plano nuns segundos) e da experiência de fazer o filme "Space Jam" com o atleta.

Houve ainda tempo para responder a perguntas absurdas dos espectadores para estes tempos de pandemia: Bill Murray recomendou proteger a casa de insetos, comer gelado que encontre no frigorífico mesmo que não saiba de quem é ou deixar alguém da família cortar o cabelo em casa.

VEJA A ENTREVISTA.

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