Michelle Rodriguez não tem dúvidas: a morte de Paul Walker não só foi devastadora como fez "Velocidade Furiosa" perder o seu coração e alma.

'Paul era o coração da saga, ele era o tipo que realmente amava o género, amava aquele estilo de vida', afirmou a intérprete de Letty à revista People.

"E não ter mais essa relação de amor com os carros e esse estilo de vida removeu um certo aspeto da alma da saga e magoa-nos a todos e sabemos isso', continuou.

Apesar disso, a atriz diz que "Velocidade Furiosa" teve de ultrapassar a tragédia da morte de Paul Walker em novembro de 2013, aos 40 anos (completaria 43 a 12 de setembro), pois tornou-se muito mais importante do que qualquer um dos seus atores.

'Estamos a viver numa era em que não existem quaisquer sagas fora do género de super-heróis e ficção científica que realmente abordem a falta de multiculturalismo. A este nível não se vê um filme de 150 milhões com uma pessoa latina, uma pessoa negra, uma pessoa asiática'.

'Se não estamos dispostos a fazê-lo por nós mesmos, e se não estamos apenas dispostos a fazê-lo pelo dinheiro, então precisamos de outra razão – e essa é a nossa razão... estamos a preencher uma lacuna no mercado que mais ninguém está a preencher'.

E isso, defende Rodriguez, "faz-nos continuar e manter toda a saga viva'.

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