A informação foi prestada esta terça-feira, à Angop, pelo responsável do Museu dos Reis do Kongo, Luntadila Lunguana, tendo afirmado, que, deste número, 120 são cidadãos estrangeiros de diversas nacionalidades.

Referiu que, actualmente, o museu encontra-se fechado ao público em observância ao Estado de Emergência em vigor no país, no âmbito da prevenção e combate a pandemia da covid-19.

Com 92 peças museológicas expostas e 16 em regime de reserva, o acervo do museu está repartido em quatro principais grupos de acordo à sua importância.

O primeiro grupo corresponde as peças que retratam aspectos históricos, geográficos e políticos, nomeadamente retratos, mapas sobre o território que abarcava o antigo Reino do Kongo e respectivos reis que passaram pelo trono, bem como o carimbo.

O segundo bloco espelha a organização socioeconómica do Reino do Kongo, nomeadamente o testemunho do domínio da tecnologia de fundição do ferro e do metal.

Quanto a terceira parte, o museu detém peças que testemunham o culto ancestral, nos domínios da música e comunicação à distância, enquanto o quarto grupo retrata a abertura do Reino do Kongo ao mundo ocidental.

O edifício principal que alberga o Museu dos Reis do Kongo foi no passado uma residência real construída em 1903, até a última sucessão do trono ocorrida na década 60. Após a independência nacional, a residência transformou-se no referido.

O recinto permaneceu encerrado durante anos devido ao conflito armado, tendo reaberto de forma definitiva em 2007, após beneficiar de obras de restauro e ampliação, passando desta feita a designar-se Museu dos Reis do Kongo.

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