Na sua 37º edição, desfilaram 12 grupos provindos de todos os municípios de Luanda, que se submeteram ao olhar atento do painel de seis júris, entre eles Jomo Fortunato, Nadir Tati, e Amita Gourgel.

A animação estava em alta mesmo com o calor abrasador, União Amazonas do Prenda, primeiro grupo a desfilar não se incomodou e ao som da Kazukuta falou sobre o desenvolvimento de Angola. Tema recorrente na avenida por outros grupos que ali passaram.

Nem tudo na avenida foram quitandeiras, mamãs da Muxima, reis e rainhas. A União Twabichila apesar da falha de som, que logo foi restabelecido, não se deixou abater e seguiu em frente com a sua ala de apoiantes de Petro de Luanda e demonstrações de ginástica rítmica.

Já a União de 10 de Dezembro, com o tema Teatro, deu show com a ala de cavalheiros "enfatados" de rosa e lilás. A União Nzinga Mbandi, vencedora da edição passada "puxou" um assunto mais sério, a violência doméstica.

O grupo Kiela foi mais "empresarial" e falou da moeda nacional, o Kwanza, que deve ser valorizado em detrimento do dólar ou do euro. O carro alegórico, uma réplica do Banco Nacional de Angola, até atendedores de balcão tinha.

A União Sagrada Esperança, com alegoria da Igreja Católica, representou a importância dos lugares de culto. A União Mundo da Ilha, colocou bessanganas a dançar no carro alegórico a retratar um ritual.

Durante o desfile rostos conhecidos também deram o ar de sua graça e puseram o pé na avenida, Hadjalmar El Vaim, Hassie Oliveira e Lisandra Francisco para Sagrada Esperança e Francis Boy que "belou" para Mundo da Ilha.

O SAPO também "saltitou" e coaxou ao lado do grupo Sagrada Esperança com seu candongueiro informativo ao trazer consigo uma multidão com t-shirts do anfíbio da internet.

Ao fim do desfile, Zona 5, Chetequela, Jivago, Yannick e Cage One agitariam foliões debaixo de fogo de artifício.

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