Aos 38 anos e mãe de três filhos, Carmen Mouro tem uma ligação muito forte com o Brasil, pois viveu dez anos naquele país e também por lá teve um dos seus filhos. 

 

Emocionada, a angolana não conseguiu esconder a emoção quando começou a desfilar na Avenida do Anhembi em São Paulo. 

 

carmen mouro




“Angola e Brasil têm tudo haver. A minha identificação com o Brasil é enorme. É uma cultura só e sabemos que Angola e Brasil são países muito parecidos em vários aspectos. Esta minha participação vem mais uma vez demonstrar a ligação e a amizade que existe entre estes dois povos”, confessou a empresária.

 

A rainha angolana emocionou-se durante o desfile, ao ver o carro alegórico a representar a Palanca Negra Gigante, símbolo do nosso país,, um detalhe primordial que para Carmen Mouro era se como fosse uma obrigação. 

 

“Não sei explicar, é algo único e espectacular, chorei quando vi a minha escola, os carros alegóricos com a Palanca Negra Gigante, o público e o nosso enredo que falava sobre as dança e referenciava Angola”. 

 

carmen mouro




A Rainha de Bateria muito a vontade desfilou durante uma hora na avenida do Anhembi à frente da bateria do Mestre Né.

 

Carmen Mouro chamou a atenção da imprensa mundial por ser a primeira Rainha estrangeira no carnaval brasileiro e foi mesmo destaque de toda imprensa mundial no local e destaques nos principais jornais, sites e revistas do Brasil. 

 

Trajada com uma fantasia que representava a natureza, Carmen Mouro mereceu até uma entrevista nos estúdios da Globeleza no final do desfile. 

 

“Fui muito bem recebida aqui pela minha comunidade e dei o meu máximo inclusive para sambar. Esta foi a primeira de muitas vezes, no próximo ano estarei aqui de novo”, garantiu a Rainha de Bateria.

 

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