Os referidos grupos não vêem para competir, mas para demonstrar o Carnaval feito nas suas províncias, uma antecâmara para que no futuro se possa organizar um Entrudo com a participação das 18 províncias do país.

Para conferir melhor qualidade aos grupos, a Comissão Nacional do Carnaval começou já a distribuir os incentivos financeiros, sem no entanto, anunciar o valor destinado para cada grupo.

Para Carlos Vieira Lopes, deve-se trabalhar para que os grupos carnavalescos sejam autosustentáveis e possam gerar as suas receitas, de forma a participarem na maior manifestação cultural sem depender totalmente das verbas do Executivo.

Já o secretário-geral da Associação Provincial do Carnaval de Luanda (APROCAL), António de Oliveira "Delon", avançou que as verbas disponibilizadas pelo Ministério da Cultura vêem em boa altura, por permitir que se trabalhe sem pressão.

A maior preocupação dos grupos prende-se com a construção de sedes sociais e o apoio institucional a nível local.

A presente edição do Carnaval de Luanda, segundo a Comissão Provincial, contará com a participação de 13 grupos na classe A, 16 na classe B e 15 na classe C (infantil).

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