A socialite vem de uma família muito festeira onde o Carnaval tem grande importância e simbolismo graças ao seu avô, um homem que tinha um grupo carnavalesco a que Diva pertenceu e onde dançou na marginal de Luanda quando era criança.
 
“O meu avô era conhecido como mestre Geraldo, tocava rebita e era uma pessoa muito influente e ligada à cultura. O seu grupo carnavalesco era Os Feijoeiros e a nossa família, composta por muitos artistas, tinha o hábito de ir à marginal dançar e desfilar.”, recorda Diva.

 

E acrescenta ainda: “Como naquela altura o Carnaval em Angola era numa data diferente de no Brasil, o meu avó dançava aqui e depois seguia com metade do grupo para desfilar pela Escola de Samba Vila Isabel”.
 
Para Diva, a riqueza cultural une os dois países na celebração do Carnaval e contribui para realizar o sonho acalentado pelo avô, o de um carnaval internacional e que fizesse Angola parar para festejar.
 
Sobre a valorização do carnaval angolano, Diva crê que os mais jovens têm trabalhado para que esta festa seja valorizada no país e chegue mais longe. Um dos exemplos que refere é o do grupo carnavalesco da Sagrada Esperança, que foi vencedor no ano passado.
 
“Já fui em muitas festas de carnaval, era um hábito que eu tinha, mas de alguns tempos para cá prefiro festejar com a minha família”, concluiu.
 

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