Segundo o responsável, o montante destina-se a premiação dos cinco primeiros classificados das três categorias (adultos, infantil e dança tradicional), além da aquisição de indumentárias para os grupos carnavalescos participantes na fase municipal, transportação, acomodação e alimentação dos finalistas que vão participar no desfile provincial.

A ideia, de acordo com o chefe do departamento da Cultura, é fazer com que o primeiro classificado, sobretudo da classe de adultos, tenha uma remuneração equivalente a um milhão de Kwanzas, contra os 500 mil Kwanzas da edição passada, tendo em conta a desvalorização da moeda nacional.

O responsável informou que o Gabinete da Cultura, Turismo e Juventude e Desportos está a trabalhar de modo que o Carnaval deste ano arraste multidões para o tradicional espaço de desfile, Largo Saidy Mingas, no centro da cidade do Huambo.

Adiantou que desde o início das inscrições a 15 de Dezembro de 2018, 52 confirmaram a sua participação nas três categorias a partir dos municípios do Bailundo, Chicala-Cholohanga, Chinjenje, Londuimbali e Longonjo.

Venceslau Casese acrescentou que o processo de inscrições para as fases municipais encerra a 30 deste mês, prevendo-se o registo de, aproximadamente, 160 grupos, numa média de 14 grupos para cada um deles.

O grupo Ecos da Gruta, do município do Cachiungo, é de detentor do troféu da edição passada na classe A (adultos), enquanto o colectivo Fogo da Paz, do município da Chicala-Cholohanga, venceu na classe infantil. Na categoria de dança tradicional o título recaiu ao conjunto Tuyula, do município da Caála.

O Grupo Fogo Negro, ausente no Entrudo desde 2014, obtém maior número de títulos conquistados, com 11 no total, seguido pelos grupos Velha Guarda e União Soguessa, ambos com cinco, e Saidy Mingas, com quatro.