O acto foi marcado pela aparição inesperada, mas aplaudida efusivamente pelos presentes, do presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, que está no país para uma visita de Estado de quatro dias a Angola, a convite do seu homólogo, João Lourenço.

Com as arquibancadas e o espaço circundante à pista de dança da Nova Marginal preenchidas de público, que emprestou maior colorido à festa, as estrelas do dia se esmeraram e deram uma aula de carnavalesca a quem fez da Nova Marginal o local para passar o dia.

Num ambiente de euforia, a Nova Marginal de Luanda enfeitada com balões, bandeiras e fitas coloridas serviu de palco para reis, rainhas, porta-bandeiras, comandantes, bailarinos, falange de apoio e outros integrantes dos grupos demostrarem toda a sua perícia, procurandop conquistar a simpatia do júri.

Enquanto ao União Povo da Samba coube a honra de abrir a corrida pelo título, já o seu encerramento esteve a cargo da colectividade União Jovens do Mukuaxi.

Pela pista da Nova Marginal firacaram cançoes, mensagens e enredos retratando ligados ao turismo, agricultura, resgate dos valores ético, socias e culturais, patriotismo, paz, amor ao próximo, entre outros assuntos.

Os grupos dançaram o semba, dizanga, kazukuta e cabecinha e os seus integrantes trajavam roupas de diferentes estilos e cores, das quais destacavam-se o azul, o branco, o verde, o amarelo, o preto e o vermelho.

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