Em declarações à Angop, Mama Santa afirmou que se tem registado um certo afastamento dos municípes da maior manifestação cultural , avançado que em épocas passadas a festa  era dançada nos bairros  por todos, sem diferença  de classe cor e  raça.

 

Afirmou  que a festa tradicional tem demonstrado um crescimento satisfatório no que toca a indumentária, composição musical e dança, faltando a organização  trabalhar para que os desfiles de rua voltem a acontecer e que mais pessoas festejem  o Carnaval, sobretudo de Luanda.

 

Mama Santa avançou ser a cultura e a identidade de um povo , motivo pelo qual todos são chamados a dar o seu contributo no Carnaval.

A entrevistada falou da necessidade de os mais velhos ensinarem os jovens as melhores formas de seguir com o legado  e continuar a dançar o Carnaval.

 

Quanto a homenagem feita pelo Ministério da Cultura através da sua revista Carnaval, congratulo-se com a  iniciativa, apelando que os membros de outros grupos sejam reconhecidos como mentores e fundadores de grupos tradicionais e possam dar o testemunho dos seus pergaminhos em prol do Carnaval.

 

Maria António Gonçalves Henriques( Mama Santa) nasceu em Luanda em 1940 e iniciou a dar os primeiros passos de dança no Carnaval com oito anos de idade . é membro fundadora do grupo União Kiela, do grupo tradicional União os Caçafos Chinguilamento e do  grupo de Bessanganas (Dimba dya Angola ).

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