Falando à Angop sobre a preparação do evento, Manuel Sebastião adiantou que a participação do empresariado vai potenciar as estruturas locais (comissão organizadora) de meios necessários para ajudar/apoiar nas tarefas dos grupos, distribuindo mais material de trabalho, bem como valores monetários.

Manuel Sebastião realçou que o Carnaval não pode ser visto apenas do ponto de vista festivo, pois é uma actividade que envolve ainda caracteres comerciais e turísticos, razão pela qual a participação do empresariado neste evento garante também maior visibilidade.

O responsável informou que para garantir uma festa mais abrangente, a comissão provincial necessita de pelo menos 200 milhões de kwanzas para toda envolvência.

“Actualmente gastamos cerca de 100 milhões de kwanzas para todos os gastos, mas não responde ás nossas pretensões, pois á nossa ambição é realizarmos um Carnaval mais abrangente”, disse.

Manuel Sebastião adiantou que neste momento a comissão conta com os préstimos de seis empresas que já deram o seu aval para o contributo devido ao Carnaval de Luanda.

“Hoje é impensável fazer um Carnaval sem sponseres, portanto, volto a apelar aos empresários e empresas para que dêem o seu contributo na feitura do Entrudo na capital angolana”, reforçou.

Na presente edição, a pista da Marginal vai testemunhar o desfile de 39 grupos, sendo 12 da classe Infantil, 14 na categoria B (adulto) e 13 na classe A (adulto).

A organização tem reservado, para além dos apoios em indumentária e outros adornos, um extra de 700 mil kwanzas de participação para cada grupo integrante da classe A (adultos), 500 mil kwanzas para cada um da classe B (adulto) e 300 mil kwanzas para cada da categoria infantil.

Aos cinco primeiros colocados das três categorias estão reservados determinados prémios.

O actual bolo para todas as tarefas inerentes ao Carnaval de Luanda está cifrado em cerca de 100 milhões de kwanzas.

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