Abordado pela Angop, o responsável defende que as crianças devem ser inseridas apenas em grupos apropriados para a sua idade, onde podem dançar e se divertir sem a habitual pressão dos adultos, no Carnaval.

 

Alberto Gongo também critica algumas indumentárias utilizadas por adultos durante os desfiles, consideradas impróprias para as crianças.

 

“Não é digno para uma criança ver um adulto a dançar Carnaval quase nu”, afirmou, para mais adiante ressaltar a necessidade de maior respeito pela faixa etária a fim de evitar desconfortar os menores.

 

Entretanto, os membros da Rede Municipal de Protecção da Criança no Lobito concordam com o ponto de vista de Alberto Gongo, frisando que ao integrar um grupo de adulto a criança é obrigada a fazer esforços desaconselháveis à sua idade e isto pode prejudica-la fisicamente.

 

Os associados da referida rede admitem ser comum notar-se exageros na forma de vestir por parte dos adultos que dançam o Carnaval.

 

Por este motivo, apelam os responsáveis dos grupos carnavalescos para terem mais atenção a composição da lista das pessoas que executam a dança carnavalesca, evitando, por exemplo, a integração de crianças.

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