Uns mais organizados que outros, mas nem por isso, a festa deixou de ser bela de ser apreciada. Os menores, integrados nos grupos de dança da capital, dançaram, cantaram e brincaram ao ritmo do semba e  kazukuta.

A tónica neste desfile foi a similitude dos temas dos cânticos, pois maioria deles abordaram a necessidade das crianças estudarem, bem como serem protegidas para bem do país.

A homenagem à cultura angolana, bem como ao poeta e primeiro presidente de Angola, António Agostinho Neto, como contribuinte do engrandecimento da cultura nacional ouviram-se nas canções.

 O grupo Cassules do 10 Dezembro, com um carro alegórico que retratou  a importância da preservação da natureza, mostrou o seu talento e organização, enquanto o Cassules Jovens da Cacimba, no seu painel, destacou  necessidade de se celebrar em conjunto o carnaval.

O grupo Casssules do Twafundumuka, que pela primeira vez pisou a pista da Nova Marginal de Luanda, realçou a importância do ensino para os menores. As suas crianças estavam bem trajadas.

Para os Cassules do kilamba Kiaxi, a violência doméstica não pode existir, pois é necessário combatê-la. Já os Cassules do Giza falaram da alegrias das crianças, bem como  foram os que homenagearam o primeiro presidente de Angola, António Agostinho Neto, pelo seu contributo à cultura nacional.

Os Cassules Kazukutas do Sambizanga deram o seu “ar de mestre”, dançando a kazukuta. Os pequenos estavam vestidos de azul e vermelho.

Já os Cassules do Café de Angola, vencedores de 2013,  desfilaram com firmesa com o fim de revalidar o título , pois apresentaram-se bem organizados. Com a música “ Vamos dançar com carnaval”  mostraram  o seu talento.

Os Cassules Admiradores do Hoji Ya Henda exibiram no seu carro alegórico uma sala de aulas com os respectivos alunos. Já os Cassules Amazonas do Prenda retrataram o facto de Angola estar a viver os momentos de paz efectiva.

Os Cassules do Sagrada Esperança, vestidos  com cores brancas e vermelhas , solicitaram a sociedade a respeitar os direitos da criança para garantia do futuro de Angola.

No mesmo diapasão, Os Cassules do Angola Independente disseram que as crianças devem, cada vez mais,  serem protegidas dos malfeitores, sendo que a polícia deve continuar a ajudar.

Os Cassules do Mundo da Ilha encerram o desfile, ressaltando igualmente o interesse que há em defender e cerar fileiras contra a violência à criança.

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