Em declarações à Angop, Dom Caetano afirmou que tem havido, substancialmente, algumas melhorias na escolha de alguns temas, pois já não se politiza o Entrudo.

“É um processo que vai levar algum tempo, pois as mudanças são paulatinas, mas o importante é que elas apareçam e vão servindo melhor aqueles que vivem o Carnaval. Temos estado a recomendar aos compositores, principalmente aqueles que já têm mais experiência nesta matéria, para ajudarem os grupos nas suas composições”, disse.

Segundo o compositor, o desenvolvimento desta grande festa é visível, mas se a intenção é fazer um Carnaval melhor deve envolver todo mundo, ou seja, abrir o Entrudo para todo mundo.

“Tem que haver um trabalho árduo, aturado e profundo por parte da Associação Provincial do Carnaval de Luanda, mas sem esquecer a cultura e a identidade do povo angolano. Todos são chamados a dar o seu contributo no Carnaval e mostrar a história de Angola”, reforçou.

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