Com o tema “O contributo do Reino da Tchiyaka no desenvolvimento da cultura angolana”, o agrupamento, que responde a um convite do Ministério da Cultura, que este ano pretende tornar o desfile central do carnaval mais nacional, quer divulgar mais a cultura do reino, que para além do Huambo, abrange às província de Benguela, Huíla e Cuanza Sul.

Em declarações terça-feira à Angop, o seu presidente e fundador, Pascoal Pedro Nhanga, confirmou que informações sobre este reino e da cultura ovimbundu constarão dos dísticos, canções e no carro alegórico.

Na Baía de Luanda, o Ovindjendje, denominação em língua nacional Umbundu, que traduzido em português significa “pássaros pousados numa árvore” será integrado por 100 foliões que vão dançar o olondungo, ohatcho e catito, típicas da região do planalto central, referiu Pedro Nhanga.

Considerou importante a divulgação destes traços característicos para salvaguarda dos hábitos, usos e costumes dos angolanos.

Deu a conhecer que o grupo vai vestir-se com trajes ousados e confeccionadas com tecido samakaka, onde vão predominar as cores amarela e azul.

Pascoal Pedro Nhanga disse, por isso, ter as condições técnicas, humanas e administrativas criadas para representar à província do Huambo, de forma condigna e levar para Marginal de Luanda, o tema sobre “ O contributo do Reino da Chiaka no desenvolvimento da cultura angolana”.

Fundado em 2010, como bloco de animação da União Nacional de Artistas e Compositores (UNAC), o grupo carnavalesco Ovindjendje, do município do Chinjenje, venceu as edições 2012, 2013, 2015 e 2017 do Carnaval na província do Huambo.

Possui 250 membros, entre coreógrafos, comandante, rainha e foliões, entre funcionários públicos, fazedores de cultura, desportistas e estudantes des vários níveis.

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