Descontentes com os resultados, os responsáveis das agremiações carnavalescas dizem repensar na continuidade ou não, alegando haver falta de respeito e de incentivo para com quem, todos os anos, dá o melhor de si em prol da valorização da cultura angolana por meio do Carnaval.

Representantes do União Kiela, União 54, 10 de Dezembro, entre outros, presentes na cerimónia de divulgação dos resultados, apontam parcialidade na acção dos membros do júri.

Voz activa da contestação, Maravilha dos Santos, comandante do União Kiela, considera ter chegada a altura de a Comissão Provincial do Carnaval de Luanda e da Associação Provincial do Carnaval de Luanda (APROCAL) reverem os critérios de escolha dos membros do júri, pois, no seu entender, muito deles nada entendem das lides carnavalescas.

Maravilha dos Santos, cujo grupo ficou em quarto lugar, diz mesmo que já era esperado o resultado final, acusando o júri de avaliar os grupos de forma “inquinada”.

Por seu turno, o coordenador-adjunto da Comissão Provincial do Carnaval de Luanda, Manuel Sebastião, aconselhou ponderação e para que os responsáveis dos grupos revejam os aspectos errados.

“Os pontos foram atribuídos em função dos critérios estabelecidos e incluídos no regulamento do Carnaval. Os membros do júri só usaram os  critérios disponíveis”, reforçou .

Os resultados dos grupos do Carnaval de Luanda ditaram, na classe infantil, como vencedor o Cassules Viveiro Njinga a Mbande, enquanto na classe B o título ficou em posse do União 17 de Setembro.

Já na classe A, o União Recreativo Kilamba revalidou o título.

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