É notável quando o seu grupo carnavalesco entra em acção. Poly Rocha dá o verdadeiro 'show' no asfalto da Marginal de Luanda comandando de forma única e invejável o seu grupo carnavalesco.

A sua paixão por esta actividade começou no grupo União Operário do Rangel onde permaneceu durante três anos (2000-2002). De seguida ficou parado por algum tempo e regressou já como Comandante do União Sagrada Esperança em 2006. Actualmente exerce a mesma função no Grupo União Recreativo Kilamba onde está desde 2015.

Quanto à saída do Grupo União Sagrada Esperança, que na altura foi motivo de vários ‘boatos’, Poly não pretende voltar a falar sobre este tema uma vez que é um assunto do passado. “Quem vive de passado é museu. Este assunto já ficou para trás”, afirmou.

Quando questionado sobre a evolução do Carnaval em Angola, o experiente no ramo acha que poderia ser de melhor forma. “O Carnaval de Angola continua a ser puxado ‘pelos Bois e Cavalos’, a evolução está num nível muito baixo embora ainda não esteja a perder a essência porque tem pessoas que ainda procuram resgatar, pesquisar, buscar o que falta … que há muito não se vê em alguns grupos”.

Poly acredita que não só a cultura deve fazer alguma coisa para melhorar a condição dos grupos carnavalescos mas também o Estado em si, a sociedade cívil. “Se todos contribuirem para uma sociedade melhor as coisas avançam e melhoram”.

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