Em declarações à Angop, alguns turistas entrevistados manifestaram a sua satisfação em presenciar um desfile que os tem cativados com a cor, os estilos de dança, as alegorias, música, entre outros.

O português Paulo Cabral destacou as vestes coloridas, com cortes originais, a música com batida fortes e as coreografias como a grande atracão dos grupos.

“Preservo muito a cultura e vivência de um povo e esta manifestação cultural deve ser preservada pelos cidadãos da terra, mostrando os  pontos que mais os identificam”, salientou.

Já o Sandro Miguel, que presencia o Entrudo de Luanda, pela primeira vez, disse ficar admirado com uma festa “muito” bonita, tendo semelhanças com o Carnaval do estado onde nasceu, a Baia (Brasil), com culturas semelhantes, desde a indumentária, os instrumentos musicais dão um som agradável, procurando preservar as suas tradições.

“É a primeira vez que vejo um desfile fora do meu país, aqui as pessoas são também muito alegres, imprevisíveis e extrovertidas, acredito que seja por estar em disputa o título de melhor grupo. Até agora estou a ver muitas semelhanças entre o Entrudo de Luanda e do meu país”, acrescentou.

Por sua vez, o cubano Carlos Herandez, vivendo em Angola há dois anos, disse que tem presenciado eventos do género, no seu país, mas que o Carnaval de Luanda, pela sua mística, conteúdo e alegria dos participantes, só é ultrapassado pelo do Brasil (que faz questão de ver pela televisão todos os anos).

Segundo a fonte, os grupos procuram aliar a juventude com alguma veterania, dando outro  impacto a festa, já que os grupos traduzem a cultura de cada região.

Para João Nicolau, português, o Carnaval de Luanda deve constar no roteiro turístico da cidade, já que pontifica a cultura do povo da cidade.

Adiantou que, como estrangeiro, sem conhecer toda a cultura deste povo, está a ficar a saber um pouco mais pelas danças, músicas e coreografias dos grupos.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.