Reza a história que o tráfico de escravos em Angola ocorreu com maior incidência nas cidades costeiras, especialmente em Luanda, tendo a cabeça os brancos comerciantes.

Para retratar a escravidão a que muitos povos foram submetidos, com desterro, particularmente para América, a colectividade do distrito urbano do Rangel, município de Luanda, tem como coreografia o estilo semba.

Com 800 integrantes a dançar ao som da canção “Angola e os seus ancestrais”, numa interpretação na língua Quimbundo, feita pelo músico Dom Caetano.

Através do semba, que usam como ferramenta de liberdade, está, na maior manifestação cultural dos angolanos, a homenagear os povos que ainda sofrem com as marcas da escravidão.

Fundado a 27 de Julho de 2015, a colectividade tem na sua galeria o prémio da edição de 2018.

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