Entusiasmados com os ritmos angolanos, os estrangeiros não se fizeram de rogados e mesmo sob condições apertadas deram asas a imaginação e soltaram o semba no pé.

Diana Craciun, cidadã romena que assiste o Carnaval de Angola pela primeira vez, diz-se contagiada pela energia dos grupos e a diversidade dos estilos de dança exibidos pelos grupos.

Já a portuguesa Maria Aupuin enalteceu o facto de os grupos carnavalescos transmitirem na Nova Marginal a essência da cultura angolana, mostrando firmeza na valorização das raízes e da história de Angola.

Maria Aupuin, que estar em  Angola especialmente para aprender um pouco mais sobre a cultura, o Carnaval acabou por ser um espaço propício para conhecer parte do que caracteriza o país.

Em pouco mais de quatro horas, a pista da Nova Marginal foi tomada de assalto por 18 grupos que se bateram não só pelo título e pelos valores monetários mas também perla permanência na classe A.