O evento, uma organização de Angola, União Africana (UA) e Unesco, vai decorrer de 18 a 21 de Setembro em vários pontos da cidade capital.

Durante o encontro, os fazedores de cultura receberam informações relativas aos objectivos do evento, que vai movimentar a cidade com um guião cultual diversificado, fórum de ideias, debates, palestras e seminários sobre a temática da Bienal.

Segundo o director do Gabinete de Intercâmbio do Ministério da Cultura, Paulo Kussy, a bienal, que vai decorrer apenas em Luanda,  destina-se a criação de um movimento africano que possa disseminar a importância da cultura de paz, tendo em conta o desenvolvimento e afirmação dos países africanos em vários domínios, particularmente na defesa dos direitos humanos e das minorias, assim como o combate à corrupção.

Com o evento, o país quer promover também a harmonia e irmandade entre os povos através de actividades e manifestações culturais e cívicas, com a integração das elites africanas e representantes da sociedade civil, autoridades tradicionais e religiosas, assim como intelectuais, artistas e desportistas.

Por sua vez, o representante do Grupo Kilandukilu, Maneco Viera Dias, considerou que a iniciativa é louvável, por constituir uma oportunidade soberana de Angola mostrar as suas potencialidades culturais, política e sociais.

Referiu que apesar de a apresentação não ter sido aprofundada, a expectativa de o evento é grande e acredita que as coisas sejam feitas de tal maneira que o resultado final seja o desejado.

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