“A cultura é uma das principais pontes para a projecção da imagem externa de qualquer país”, disse à ANGOP, à margem de uma actividade organizada pela Plataforma para o Desenvolvimento da Mulher Africana (PADEMA), de apoio às vítimas dos ciclones Kenneth e Idai, em Moçambique.

No caso de Portugal, Dília Fraguito é de opinião de que houve “maior intervenção” cultural da Embaixada de Angola no tempo da guerra, comparativamente à transição em curso e ao esforço de consolidação gradual dos objectivos da nova governação.

Dília Fraguito reconhece existir “esperança” na mudança do quadro, mesmo porque, segundo afirma, já tem havido uma nova postura nesse sentido, não só de parte da Embaixada de Angola, como, também, de algumas associações.

Quanto à nova governação em Angola, Dília Fraguito sublinhou que, apesar da lentidão do curso dos acontecimentos, existe “esperança” em que melhores dias virão, com o concurso de todos os angolanos de boa vontade.

A actividade organizada pela PADEMA teve como foco a pintura de uma tela que será leiloada e cujos lucros vão reverter a favor das vítimas dos ciclones Kenneth e Idai, em Moçambique.

A iniciativa contou com a presença das embaixadoras da Argélia em Lisboa, Fatiha Selmane, Suécia, Helena Pilsen, Austrália, Claire Rochecouste, do embaixador da Guiné Equatorial, Tito MBA, entre outros.

A actividade realizou-se também no quadro da comemoração do  Dia da Mulher Africana, que se assinala a 31 de Julho de cada ano.

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