De referir que O Quotidiano reúne 20 obras de pintura que têm como objectivo falar do quotidiano do povo luandense e angolano em geral. Sendo que foi a experiência do dia-a-dia que levou o artista a abordar este tema.

Segundo a nota de imprensa enviada ao SAPO, a mostra ficará patente ao público até ao dia 03 de Dezembro, podendo ser visitada de Segunda-feira a Sábado, das 12h30 às 19h30, na galeria de arte contemporânea da Fundação Arte e Cultura, na baixa de Luanda.
Mais sobre o artista

Tido como artista de grande empenho, Pedro Masisa viaja do Soyo para Luanda a fim de partilhar com os amantes da arte a sua visão sobre o dia-a-dia do angolano.

O “inclino” da Galeria Tamar Galan para o mês de Novembro, nasceu no dia 9 de Setembro de 1972, na província do Zaire, município do Soyo. Pedro Masisa vem de uma família modesta, realidade que o tornou, hoje, num homem de luta.

Formou-se na RDC (Kinshasa), no Instituto de Belas-Artes, mas foi na tenra idade que Masisa teve o foco pelas artes plásticas, muito por conta do apoio da sua família. Em 1989 ingressou o instituto de Belas-Artes e em 1997 fez o Bacharelato.

Já na ânsia de mostrar o que aprendera, Masisa regressou à sua terra natal em 2002, ali trabalhando com Roberto Joaquim Helena e em Luanda com os Mestres Patrício Mawete, Nkulu Honesto e Mudilu Silva. Em 2007 participou na exposição colectiva “Eco dos Heróis” em Luanda, realizada pelo Atelier Mawete.

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