Luandino de Carvalho fez tais considerações durante a cerimónia de encerramento da exposição colectiva de 57 artistas plásticos angolanos denominada Artes Mirabilis, que teve início em Fevereiro deste ano, em Lisboa, com objectivo de divulgar a cultura nacional.

Segundo o diplomata, a participação dos artistas nacionais foi satisfatória e souberam representaram as várias etapas históricas, culturais e de desenvolvimento do país.

“Nesta exposição, estiveram presentes 57 artistas plásticos que expuseram 57 formas de mostrar o orgulho de ser angolano e 57 contributos para um diálogo aberto entre ideias diferentes, diversas formas de encarar Angola e o mundo”, argumentou.

Por sua vez, o secretário-geral da União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa (UCCLA), Victor Ramalho, enalteceu o empenho e a qualidade dos artistas nacionais, que participaram da exposição.

A UCCLA, garantiu, vai continuar a trabalhar para a divulgação da cultura de Angola e de outros países membros da organização.

Estiveram patente na exposição colectiva 20 peças etnográficas da cultura angolana, da região do antigo Reino do Kongo.

O evento, co-organizada pela Embaixada de Angola em Portugal e a UCCLA, teve o apoio do Ministério da Cultura, sendo que o curador foi o artista plástico angolano Lino Damião.

A inauguração da actividade aconteceu a 7 de Fevereiro deste ano, cuja cerimónia foi orientada pela ministra da Cultura, Carolina Cerqueira, na presença do presidente da República Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa.

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