De acordo com a ministra, no seu discurso no âmbito do Dia da Cultura Nacional, os artistas devem fazer seguros de saúde e outros, constituídos fundos de assistência social e medicamentosa, para prevenirem situações delicadas que ocorram com os profissionais da Cultura.

“Temos de perceber que o Estado não dispõe de verbas para esse efeito e que esse não é papel do Ministério da Cultura. Temos de perceber que, como ministério que somos, temos de conceber e executar políticas públicas. Não podemos aceitar que haja pessoas que pretendam reduzir a actividade do Ministério da Cultura ao apoio logístico a artistas”, asseverou.

Segundo a governante, a actividade cultural precisa de ser patrocinada por empresas e serviços, através de programas concretos que os órgãos do Ministério da Cultura devem elaborar, razão pela qual se deverá definir rapidamente as contrapartidas fiscais para as empresas que patrocinem a actividade cultural, de modo a que possa beneficiar desses patrocínios ainda a partir deste ano.