O mega espectáculo músico-cultural, que visou a troca de experiência e a promoção da Cultura de Paz em África, foi testemunhado por centenas de fãs que acorreram à baixa de Luanda, bem à beira-mar, para visualizar, entre outras figuras proeminentes da música angolana - Paulo Flores.

Paulo Flores disse que a Bienal de Luanda serviu de uma amostra para que a África e o mundo vissem o potencial angolano, onde a tradição cimenta a cultura de paz.

Para a sul-africana Keanogestswe Moekentsane, que abrilhantou o encerramento da bienal, o evento foi positivo e possibilitou o intercâmbio entre os jovens.

Já a guineense Tshiamo Mokgadi, a realização da bienal serviu para unir os africanos, onde a tradição e os hábitos foram evidentes nas diversas actuações dos artistas.

Além destes músicos, passaram também pelo palco da Baía de Luanda, alguns nomes de destaque do music all como Ary, Bessa Teixeira, Yola Araújo, Bass e Gerilson Insrael.

Durante os cinco dias, os participantes discutiram a situação dos africanos e a promoção de conteúdos que abrange a educação intersectoriais, a diversidade cultural e os valores da paz e tolerância.

A Bienal é uma plataforma que visou desenvolver e consolidar uma cultura de paz e não-violência, desencadeando um movimento Pan-Africano que promova a diversidade cultural e a unidade africana.

Sob o lema “Construir e preservar a paz: um movimento de vários actores”, a realização desse evento em Angola prova a vontade política do governo angolano em estabelecer uma cooperação cada vez mais estreita com a Unesco, para a promoção de uma cultura de paz em África.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.