A exposição, que decorre no Bruxelles Press Club até ao dia 17 deste mês,  retrata as diferentes etapas do percurso político diplomático de António Agostinho Neto, que culminou com a conquista da independência nacional a de 11 de Novembro de 1975.

Durante a abertura da exposição, o embaixador Mário de Azevedo Constantino enalteceu os feitos de Agostinho Neto, bem como seu papel activo na emancipação do continente africano.

Conforme o diplomata angolano, os seus ensinamentos têm sido um catalisador para a juventude, lembrando que Neto defendia que a independência política foi o início do percurso para outras dimensões como a independência económica.

Por sua vez,  o embaixador de cabo Verde, José Filomeno Monteiro, disse que a dimensão de Neto ultrapassa as fronteiras nacionais.

“E prova disso, é o facto de o maior hospital de Cabo Verde ter o nome de Dr. António Agostinho Neto”, reforçou.

O diplomata cabo-verdiano lembrou que Agostinho Neto esteve detido, como preso político, no Campo de Concentração de Tarrafal, na Ilha de Santiago.

Já o embaixador de Portugal na Bélgica, Rui Tereno, considera Neto como uma figura que lutou e defendeu os seus ideais  de emancipação dos  povos.

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