Segundo o encenador do grupo António Carlos, em declarações à Angop, hoje (quarta-feira) em Luanda,  a obra retracta a história de uma zungueira de nome Teresa que vive em Viana e percorre parte de Luanda para encontrar sustento para a sua família.

O encenador afirmou ainda que a peça é um drama que fala das dificuldades da mulher zungueira na sua actividade diária, desde as corridas dos fiscais, o assedio de alguns clientes e as ameaças dos amigos do alheio.

António Carlos deu a conhecer que a obra é uma homenagem à todas mulheres angolanas pelos sacrifícios consentidos para garantir a estabilidade e o sustento de um lar, em especial a mulher zungueira.

O encenador informou que para nesta peça, montada em seis meses, participam oito pessoas, devendo a  primeira sessão ser exibida às 18h e a segunda às 20h, os bilhetes estão a ser comercializado ao preço de mil e 500 kz.

O colectivo 17 de Dezembro foi fundado em 2003 , conta com 20 integrantes com idade entre os 18 aos 31 e o seu repertório conta com as obras “Lágrimas perdidas”,“De quem é a verdade”, ”Amor e intriga" e "Naquele tempo”.

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