Em declarações à imprensa, no final do encontro com alguns fazedores de artes, Patrícia Faria fez saber que o objectivo é o de contextualizar-se e adaptar-se ao mundo das artes, “mergulhado”, os últimos meses, nas consequências da pandemia da covid-19.

Apontou que se vai criar novas medidas para que se possa adaptar aos novos tempos, principalmente no concernente a venda virtual do trabalho feito pelos artistas para que não estejam sem nada há fazer.

“ Essa nova dinâmica virtual vai permitir que se continue proporcionar entretenimento artístico, por meio da Internet”, sublinhou.

Indicou que o departamento técnico da Casa da Cultura está a trabalhar no sentido de projectar as actividades online e quem quiser ter acesso deverá pagar um valor.

No entanto, esclareceu, o artista continuará a trabalhar presencialmente na Casa da Cultura porque vão realizar-se actividades, com um público reduzido,  em obediência as percentagens exigidas pelo Decreto Presidencial sobre o Estado de Calamidade Pública.

As actividades culturais em Angola estão proibidas desde finais de Março com a entrada do Estado de Emergência, que vigorou até Maio.

O Estado de Calamidade Pública, vigente no país, indica que as actividades recreativas, culturais e de lazer na via pública ou em espaço público retomam de modo paulatino, desde o dia nove do corrente mês.

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