“Um canto ao meu Congo” é um percurso ficcional sobre os diversos ciclos da história do Kongo que vão da sua fundação, à sua cristianização, à sua decadência e busca do renascimento cultural.

De acordo com o escritor António Fonseca, este livro eleva os leitores para a mística do espaço sociocultural Kongo.

“Fragata de Morais bebeu muito da cultura e da história dos Akongo, portanto, dela não tem medo nem pode fugir”, reforça.

Fragata de Morais, membro fundador da Academia Angolana de Letras, é autor de extensa obra que se alastra pelo romance, contos, teatro, poesia,  e literatura infanto-juvenil.

Fez seus estudos de teatro na Universidade Internacional do Teatro em Paris e de cinema na Academia de Cinema dos Países Baixos em Amsterdão, tendo sido igualmente jornalista e Vice-Ministro da Educação e Cultura.

Dedica-se actualmente à literatura e à política sendo membro do Comité Central do MPLA.

Manuel Augusto Fragata de Morais nasceu na província do Uíge a 16 de Novembro de 1941. Os seus primeiros escritos apareceram na década de 70 em Paris (França).

Do seu repertório constam obras como Jindungisses (1999), distinguida com o Prémio Sagrada Esperança, Inkuna-Minha Terra (1997) e Terreur en Verzet (1972).

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