O evento, que decorre de 31 de Outubro a dia 15 de Novembro, envolve artistas de 13 países de África e tem como objetivo promover a interacção artística entre escritores, poetas, actores e cineastas africanos em diferentes módulos de debate.

Segundo uma nota da escritora, a que a Angop teve hoje acesso, a ocasião servirá para cursos, oficinas, palestras e mesas redondas, em parceria com casas de cultura, centros culturais, universidades, escolas públicas e privadas.

Paralelamente, a artista participará em debates e distintas actividades culturais, assim como dissertará sobre “O mito africano na produção literária da diáspora”, na Universidade de São Paulo.

O Fescala, que se propõe em juntar anualmente artistas africanos visa igualmente promover a história e discutir a produção artística cultural contemporânea de África com a sociedade brasileira, em especial, numa cidade multicultural.

Esta segunda edição, organização pelo “Coletivo Raízes”, conta com representantes de Angola, Moçambique, Senegal, Níger, República Democrática do Congo, Nigéria, Guine Bissau, Etiópia, Gana, São Tomé e Príncipe, África do Sul, Benin e Cabo Verde.

Natural de Luanda, Helena Dias é, de igual modo, professora, consultora de comunicação e contadora de histórias. É membro do movimento artístico literário Lev’arte e da União Brasileira de Escritores (UBE).

Participou, em 2016, da antologia poética feminina “O Canto da Kianda”, e, nesse ano 2019, das antologias de escritoras negras de África e do Brasil “Negras de lá, Negras daqui” e  “A Poesia Multicultural”.

Depois do Brasil, a escritora, que não avança o género nem o teor do "Ressurreição, procederá também à venda e assinatura de autógrafos do livro em Luanda e demais províncias do país.

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