Em declarações à Angop, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, o responsável da galeria, Dominick Tanner, salientou que, nesta edição, o ELA vai apresentar 22 obras que se baseiam na memória colectiva e na identidade de África, dos artistas angolanos Van e Ricardo Kapuka, assim como do são-tomense René Tavares e do afro- brasileiro No Martins.

“A galeria está cada vez mais interessada em pesquisar e mostrar o corpo e a alma das obras de artistas de ambos os lados do Oceano Atlântico e do continente africano, incluindo Angola, e, neste certame, vamos expor obras de Angola, São Tomé e do Brasil”, referiu.

De acordo com o programa, para a edição 2019, a organização da feira prevê a introdução de duas novas secções, designadamente “Gallery LAB” e “MAX”.

Na secção “Gallery LAB”, galerias e espaços híbridos do continente, prevê-se reunir os participantes para uma conferência anual de colaboração, discussões e partilha de melhores práticas.

Já na secção “MAX”, a primeira em África, a atenção será dedicada exclusivamente à exibição de instalações em larga escala, que podem ser difíceis de exibir num ambiente normal.

Participam na feira, evento de arte visual, mais de oito galerias de cinco países.

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