Segundo a especialista, que falava durante uma webinar sobre as potencialidades turísticas da Huíla, são profissionais que não se têm nos museus e fazem falta, pois se estiver a pensar em museus mais apelativos, no ponto de vista de exposições, precisam de musiografos.

A especialista afirmou que, se se quer museus mais activos, inclusivos, que sejam mais representativos da cultura e identidade nacional, deve-se pensar, muito seriamente, na formação dos seus recursos humanos e reabilitação das suas infra-estruturas a nível nacional.

A falta de recursos humanos nos museus, de acordo com a arqueóloga, dificulta o trabalho nas referidas instituições, principalmente o alargamento do horário diário de atendimento, assim como a abertura durante os fins de semanas.

A título de exemplo, citou o Museu Regional da Huíla, instituição de que foi directora até Janeiro de 2020, que não abre aos fins de semana por falta de pessoal, por ter apenas seis funcionários.

A rede museológica angolana é constituída pelos museus da Antropologia, de História Natural, da Moeda, de História Militar, de Arqueologia (Benguela), de Etnográfico do Lobito, da Escravatura, Regional do Dundo, do Huambo, Huila, Cabinda e o dos Reis do Congo (Zaire).

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