O Museu de História Militar será palco, durante cinco dias, das actividades de dança, música, cinema, teatro, artes plásticas, conversas, artesanato, gastronomia, além de whorkshops, diferentes espectáculos e exposições com a participação de criadores dos 16 países convidados para a primeira edição da bienal.

Virado à promoção da cultura de paz, a organização dá destaque especial a música, modalidade artística vista como uma fonte de eliminação de divisões e de transmissão de conhecimentos, por contribuir para a celebração da paz.

Para o efeito, os concertos musicais foram concebidos como ponto de encontro das vozes africanas e da diáspora com artistas angolanos.

A organização considera o evento como uma oportunidade para intercâmbio e experiência, para se lançar uma mensagem universal, através da criação artística, apoio ao diálogo intercultural, escuta mútua e paz.

Os diferentes fóruns visam incentivar a mobilização em torno de uma ambição comum, com vista a assegurar que a construção democrática de África se consolide numa base humanista, social, cultural e económica sustentável.

Um dos painéis deste festival (o de ideias) prevê transformar-se numa plataforma de reflexão sobre o futuro do continente, com foco na disseminação de boas práticas e soluções de prevenção de crises, enquanto o fórum das mulheres discutirá o papel delas como agentes de paz em África.

De acordo com a coordenadora nacional da Bienal de Luanda, Alexandra Aparício, com a realização do evento se pretende criar uma cultura de paz e resiliência de conflitos e à necessidade de se viver uma adversidade com diferenças.

A bienal é uma organização tripartida (Angola, União Africana e UNESCO) que  visa, entre outros objectivos, a promoção da harmonia e irmandade entre os povos através de actividades e manifestações culturais e cívicas, com a integração das elites africanas.

A agenda do evento incluiu ainda  os fóruns da juventude e de parceiros, que vão concentrar os participantes no Memorial Drº António Agostinho Neto.

Trata-se de plataformas de reflexão sobre o futuro de África, com abordagens focadas sobre a educação, ciência, cultura ao serviço da cultura de paz em África, prevenção de conflitos e o papel da mídia na promoção da paz.

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