Segundo a nota de imprensa enviada ao SAPO, os protagonistas d´A FONTE, possuem algumas características comuns. Para além de serem todos membros da UNAP e terem já realizado exposições individuais e colectivas, todos são naturais de Luanda. As idades de cada um deles variam, mas todos partilham um dado que salta à vista: são grandes talentos, uns comprovados, outros a despontar.

Airina da Silva (Kisha Kipito), nascida a 7 de Maio de 1996,  é artista visual e performance.  Quem ler o seu currículo, muito rapidamente se aperceberá que conta com participações em muitos eventos como performance e escritora.

Jardel Selele, nascido a 20 de Agosto do mesmo ano, dispensa apresentações. Ele é, digamos, um filho da casa que retorna à Tamar Golan após numerosas exposições individuais e colectivas, algumas das quais e as de maior relevo na própria galeria de arte contemporânea da Fundação Arte e Cultura.

Hednezer Roma, nascido em 1993, é ilustrador, aguarelista, pintor e infografista, tendo como foco principal do seu trabalho o corpo humano, que transforma em máquina.
Uólofe Griot é  um artista visual, estuda no Instituto Superior de Artes (ISART).

Leandro Marques Artista Plástico autodidacta, começou a desenhar e pintar em casa. No ano de 2018 começou a participar em exposições colectivas e a explorar-se mais enquanto homem das artes que queria conhecer melhor o Mundo em que estava lidar, Das Artes Plásticas.

Esta amostra conta com presença de cinco artistas jovens, cujas obras revelam uma relação e domínio muito próximo com as técnicas por eles apresentadas. O olhar atento dos mesmos na procura ao seu redor por algo que os atraísse, motivados também pelas pesquisas técnicas para as criações. Hednezer Roma, apresenta a dependência do homem pelas máquinas. Nesta era do consumo, Kisha Kipito leva à reflexão crítica sobre o consumismo excessivo e o desperdício.  Também a preocupação do homen explorar a natureza de uma forma sustentável, bem patente na obra de Jardel Selele.

Por outro lado, Uólofe Griot mostra-se preocupado como os artistas são tratados, ou seja, menos valorizados. E com pinceladas e traços fortes, Leandro Marques traz-nos o quotidiano das comunidades.  A amostra acolhe artistas com influências diversas para um harmonioso intercâmbio de saberes e subjectividades. E no meio das diferenças, eles convergem.  Os traços transmitem mensagens, a concepção, a proporcionalidade dos traços e linhas combinatórias do desenho, o acabamento e junção das cores, o efeito visual, a maturidade e talento unem-se e apresentam um resultado final que é um grande contributo para as artes.

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