Na Huíla, província com 11 monumentos e sítios classificados e 225 inventariados ainda por se classificar, o director da cultura, turismo, juventude desportos, Osvaldo Lunda, aponta como casos a necessitar de uma intervenção urgente a Tundavala, o Cristo Rei, Sé Catedral e a antiga Estação do CFM.

No entanto, apesar desta situação, o responsável manifesta satisfação pelo facto de mesmo degradados têm recebido inúmeras visitas, lamentando somente a não fixação, até ao momento, de uma taxa a cobrar por cada visitante.

Adianta ter sido já remetido ao Ministério das Finanças uma autorização para a cobrança de uma taxa aos visitantes, como forma de garantir a arrecadação de receitas.

“O objectivo é que sempre que se visite um monumento se pague uma taxa, valor que deve ser usado para a manutenção das mesmas. Sem aprovação não podemos fazê-lo”, sublinhou a fonte.

Já no Namibe, o chefe do departamento da cultura  do município de Moçâmedes, Aurélio Ngulawa,  apelou aos  estudantes, professores  e a população em geral a conservação  e preservação  dos  património cultural  e monumentos e sítios, por serem transmissores da  história local.

Salientou que a  preservação do património histórico cultural  é  um desafio universal  e constitui uma preocupação  de todo mundo, a julgar pela antiguidade.

A direcção da cultura controla oito monumentos históricos classificados, sendo a Fortaleza de  Kapambombe,  Fortaleza da S, Fernando, o palácio do governo, a igreja de Santo Adrião,  as Pinturas de Tchitunduhulu, as instalações das alfandegas , entre outros.

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