O júri presidido por Marta Santos destaca linguagem simples e esteticamente bem elaborada que utiliza, bem como pela disposição e apresentação do texto e a maneira como leva o leitor a conhecer e a sentir aspectos relevantes das estórias de África, toda sua riqueza, grandeza e a essência da sua ancestralidade.

O prémio é um evento anual que realiza-se em homenagem aos precursores da literatura infantil angolana e visa incentivar a criação literária infanto-juvenil, bem como promover o surgimento de novos autores e obras neste domínio.

José Luís Mendonça nasceu no Gulungo Alto, província do Cuanza Norte, aos 24 de Novembro de 1955. Estudou direito na Universidade Agostinho Neto, em Luanda. É jornalista, membro da União dos Escritores Angolanos (UEA) e alto funcionário do Fundo da Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em Angola.

É autor de Chuva Novembrina (1981), obra que mereceu o prémio de poesia Sagrada Esperança, Respirar as mãos na pedra ‘1989, com qual venceu o grande Prémio Sonangol de literatura – 1988; Quero Acordar a Alva – 1997, prémio de literatura ‘Sagrada Esperança – 1996, ex-aequo com João Maimona; Se a Água Falasse, primeiro prémio dos jogos florais do Caxinde, 1997 e finalmente, Loga – Rítimos da alma, Pemas do mar 1998.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.