O prémio tem sido atribuído desde 2017, no âmbito de um festival que se realiza na terra natal do escritor Guerra Junqueiro.

Os cinco autores premiados (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e Portugal) vão receber a distinção em cerimónias nos seus respectivos países, em actos a se realizarem em 2020.

Sobre a distinção do criador angolano, o Ministério da Cultura considera que a conquista de prémios internacionais é um factor que coloca em evidência a qualidade dos fazedores e criadores de arte em Angola.

Numa mensagem de felicitação, o Departamento Ministerial avança que a atribuição do prémio internacional deve servir de estímulo aos demais artistas angolanos, nos mais variados segmentos, para que continuem a aprimorar a sua qualidade artística, elevando cada vez mais a bandeira nacional além-fronteiras.

Em 2017, o prémio foi atribuído ao poeta Manuel Alegre, em 2018, ao poeta Nuno Júdice.

O festival literário tem por base a vida e obra do poeta Guerra Junqueiro (1850-1923), tido como "uma referência inquestionável da literatura portuguesa" e com raízes em Freixo de Espada à Cinta, no distrito de Bragança.

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