Num artigo a respeito do evento que tem o seu início na quarta-feira, 18, e termino a 22 deste mês,, a governante adianta que desencadeia um movimento pan-africano que promove a diversidade cultural e a unidade africana.

“Traduz - se ainda numa oportunidade para se mostrar ao mundo a imagem de uma Angola nova e suas potencialidades. Trata-se de um certame que assenta em dois eixos: a cultura de paz e a aproximação dos povos pela cultura, tendo ainda como foco a juventude, as mulheres e as crianças”, adianta Maria da Piedade de Jesus.

A bienal visa, entre outros aspectos, a criação de um movimento africano que possa disseminar a importância da cultura de paz, tendo em conta o desenvolvimento e afirmação dos países africanos em vários domínios, particularmente na defesa dos direitos humanos e das minorias, assim como o combate à corrupção.

A realização em Angola dessa actividade prova a vontade política do governo em estabelecer uma cooperação, cada vez mais, estreita com a Unesco, com vista a promoção de uma verdadeira cultura de paz em África e representa o reconhecimento do exemplo de Angola no fortalecimento da Paz e da reconciliação nacional.

A Aliança de Parceiros para uma Cultura de Paz em África faz parte da implementação da Agenda 2030, através da realização dos seus 17 objectivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Dezasseis países africanos e da diáspora foram convidados para participar no evento, entre os quais o Egipto, Marrocos, Etiópia, Quénia, Ruanda, Mali, Nigéria, Cabo Verde, República do Congo, RDC, Namíbia, África do Sul, Brasil e Itália.

Além de manifestações artísticas e culturais dos seus respectivos países, a Bienal reunirá, na capital angolana, representantes governamentais, membros da sociedade civil, do sector privado, da comunidade artística e científica, instituições e organizações internacionais.

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