A indústria criativa, no entender da governante, pode e deve ser um veículo transformador do país, tendo em conta o facto de proporcionar empregos nas comunidades e garante de sustento para as famílias.

De acordo com a ministra, que falava à margem do Fórum dos Ministros da Cultura da UNESCO, criadores, agentes, empresários e os demais intervenientes no mundo cultural devem potenciar o surgimento de uma indústria criativa forte, capaz de alavancar o mercado das artes angolanas e, desta forma, contribuir ainda mais para a afirmação e desenvolvimento do país.

Destacando a qualidade do produto cultural produzido pelos criadores angolanos, Maria da Piedade de Jesus fez menção ao facto de os artistas nacionais estarem a sentir os efeitos do seu trabalho e conquistas, com os benefícios dos proventos inerentes aos direitos de autor.

Durante a sua intervenção no Fórum dos Ministros, Maria da Piedade de Jesus anunciou que o país está já a trabalhar no processo de fundamentação do dossier Cuito Cuanavale, para, posteriormente, ser remetido à UNESCO, no âmbito da candidatura a Património Cultural da Humanidade.

Já à margem da reunião com a UNESCO para o balanço da 1.ª edição da Bienal de Luanda - Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz, anunciou a realização, em 2020, da terceira edição do Festival Nacional de Cultura (FENACULT), no âmbito das celebrações do 45º aniversário da independência nacional.

O festival vai incluir um simpósio sobre a cultura nacional, com vista a actualização da Política Cultural.

A delegação ministerial angolana é integrada pelo director nacional dos Museus, Ziva Domingos, pela coordenadora nacional da 1.ª edição da Bienal de Luanda, pela directora-geral do Arquivo Nacional de Angola, Alexandra Aparício, pela directora do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa, Marlene Gomes, entre outros quadros seniores do Ministério da Cultura.

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