“A Palanca Tv faz, e bem, parte do especto comunicacional do nosso País. Ela joga um bom papel para a sociedade democrática e inclusiva que nós queremos construir, em que cada cidadão veja realizado o seu direito de se informar e ser informado tal como plasma a nossa Constituição”, afirma o Celso Malavoleneke.

Segundo o comunicado de imprensa enviada ao SAPO, para o Secretário de Estado para a Comunicação Social, a Ptv possui uma equipa jovem, dinámica e “cheia de vontade de vencer os desafios”. Enquanto representante do MCS, encorajou e reiterou a disponibilidade do seu ministério em contribuir para que a Palanca tv “persiga o seu sonho de uma informação isenta, plural, equilibrada e que contenha o contraditório responsável e sobretudo patriótico”.

A directora-geral da Ptv, Neusa Matoso fez, igualmente, uma avaliação positiva destes dois anos de emissão a trabalhar com colaboradores que descobriram na estação o seu primeiro emprego.

“A nossa vantagem é que são todos jovens e trabalhadores. Há um objectivo que é o crescimento, e conseguimos. Fora os canais estatais, a Ptv é o único, neste momento, com todos os programas emitidos localmente, daí o slogan ‘de angolanos para angolanos’.

Por sua vez, Adilson Garcia, director de comunicação da Multichoice Angola, reiterou a vontade da plataforma continuar a investir nesta estação televisiva que para si, é um projecto que vai se consolidando. “É inovador e pioneiro naquilo que é o conceito que apresentam”.

"A Palanca tv, única televisão privada em Angola com todos os conteúdos produzidos localmente, perspectiva para 2018 novos programas, entre os quais o matinal ‘Matabicho’, o ‘Making Of’, um programa religioso e uma nova versão do ‘Som do Ghetho’, além do programa “Se”, um espaço que irá abordar os dilemas da nossa sociedade", lê-se no mesmo comunicado.